A vida é feita de escolhas. O amor também. Podemos escolher entre a
felicidade plena e linear, ou a vulnerabilidade da paixão. Mesmo quando temos a
chance de optar pela serenidade de um sentimento maduro, concreto e estável, há
quem prefira aquela dúvida de um olhar correspondido. Não tem jeito, algumas
pessoas não se adaptam ao outono de uma relação duradoura. Preferem o fogo no
vão da incerteza, o desafio constante da auto estima.
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